{"id":1146,"date":"2015-03-06T01:29:05","date_gmt":"2015-03-06T01:29:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=1146"},"modified":"2015-03-06T01:29:05","modified_gmt":"2015-03-06T01:29:05","slug":"manicure-obtem-reconhecimento-de-vinculo-com-clube-de-golfe-no-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/manicure-obtem-reconhecimento-de-vinculo-com-clube-de-golfe-no-rj\/","title":{"rendered":"Manicure obt\u00e9m reconhecimento de v\u00ednculo com clube de golfe no RJ"},"content":{"rendered":"<table width=\"476\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Manicure obt\u00e9m reconhecimento de v\u00ednculo com clube de golfe no RJ<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"justify\">Uma manicure conquistou na Justi\u00e7a do Trabalho o reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio com o G\u00e1vea Golf Country Club, do Rio de Janeiro. Ela demonstrou que trabalhava mediante subordina\u00e7\u00e3o, e o clube n\u00e3o conseguiu comprovar que havia autonomia no desenvolvimento das atividades, tanto que a profissional era proibida de atender clientes que n\u00e3o fossem s\u00f3cios.<\/p>\n<p>A manicure disse que trabalhou para o clube de 1991 a 2012, cumprindo hor\u00e1rio, que era remunerada mediante produ\u00e7\u00e3o e que quem estipulava o valor que deveria cobrar dos clientes era o pr\u00f3prio clube. Em ju\u00edzo, disse que foi demitida sem aviso pr\u00e9vio e sem receber qualquer direito trabalhista.<\/p>\n<p>O G\u00e1vea Golf Country Club sustentou que a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os era aut\u00f4noma, sem subordina\u00e7\u00e3o jur\u00eddica ou controle de jornada e sem qualquer submiss\u00e3o ao seu poder disciplinar. Acrescentou que o trabalho da manicure nada tinha a ver com sua atividade-fim \u2013 atividades ligadas ao lazer, sobretudo a pr\u00e1tica de golfe.<\/p>\n<p>O ju\u00edzo da 40\u00aa Vara do Trabalho do Rio de Janeiro considerou presentes os requisitos dos artigos 2\u00b0 e 3\u00ba da CLT, declarando o v\u00ednculo empregat\u00edcio e determinando o pagamento de v\u00e1rias verbas, al\u00e9m da assinatura da carteira de trabalho. O Tribunal Regional do Trabalho da 1\u00aa Regi\u00e3o (RJ) manteve a senten\u00e7a por considerar que, apesar da fun\u00e7\u00e3o de manicure n\u00e3o se inserir na atividade-fim do clube, a esta ficou integrada por conveni\u00eancia do pr\u00f3prio clube, a fim de atender melhor aos s\u00f3cios. Acrescentou que, ap\u00f3s a dispensa da trabalhadora, o clube de golfe contratou nova manicure, da qual assinou a carteira profissional.<\/p>\n<p>O clube mais uma vez recorreu, mas a Quinta Turma do TST n\u00e3o entrou no m\u00e9rito (n\u00e3o conheceu) da mat\u00e9ria. Para divergir do ac\u00f3rd\u00e3o do TRT, no sentido de declarar o servi\u00e7o aut\u00f4nomo, a Turma precisaria reexaminar fatos e provas, procedimento vedado pela S\u00famula 126 do Tribunal. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime, com base no voto do relator, ministro Guilherme Caputo Bastos.<\/p>\n<p>Processo: RR-662-69.2012.5.01.0040<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fonte:\u00a0TST<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manicure obt\u00e9m reconhecimento de v\u00ednculo com clube de golfe no RJ Uma manicure conquistou na Justi\u00e7a do Trabalho o reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio com o G\u00e1vea Golf Country Club, do Rio de Janeiro. 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