{"id":1155,"date":"2015-03-06T01:45:00","date_gmt":"2015-03-06T01:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=1155"},"modified":"2015-03-06T01:45:00","modified_gmt":"2015-03-06T01:45:00","slug":"supermercado-e-condenado-a-indenizar-mulher-que-caiu-em-piso-molhado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/supermercado-e-condenado-a-indenizar-mulher-que-caiu-em-piso-molhado\/","title":{"rendered":"Supermercado \u00e9 condenado a indenizar mulher que caiu em piso molhado"},"content":{"rendered":"<table width=\"476\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Supermercado \u00e9 condenado a indenizar mulher que caiu em piso molhado<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"justify\">A 3\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Cear\u00e1 (TJCE) manteve a senten\u00e7a que condenou o supermercado Extra a pagar indeniza\u00e7\u00e3o moral de R$ 10 mil para mulher v\u00edtima de queda no estabelecimento. O processo teve a relatoria do desembargador Ant\u00f4nio Abelardo Benevides Moraes.<\/p>\n<p>De acordo com o magistrado, \u201co amplo acervo probat\u00f3rio acostado comprovou que as consequ\u00eancias da queda sofrida pela autora [mulher] se prolongaram por um ano, alterando completamente sua rotina di\u00e1ria, com a necessidade de intermin\u00e1veis sess\u00f5es de fisioterapia, consultas e exames e lhe impedindo de desempenhar certas atividades que antes desempenhava&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo os autos, no dia 20 de maio de 2010 a vendedora aut\u00f4noma fazia compras no Extra quando escorregou no piso molhado e sem sinaliza\u00e7\u00e3o. Foi socorrida por clientes e, em seguida, por funcion\u00e1ria que a acompanhou ao hospital, onde foi constatada les\u00e3o no tornozelo.<\/p>\n<p>A empresa comprou os medicamentos necess\u00e1rios e se comprometeu a, durante um m\u00eas, levar os filhos da v\u00edtima ao col\u00e9gio e transport\u00e1-la para a fisioterapia. O suporte, no entanto, n\u00e3o foi prestado conforme o prometido.<\/p>\n<p>Sentindo-se prejudicada ap\u00f3s passar cinco meses sem poder trabalhar, a vendedora acionou a Justi\u00e7a. Requereu antecipa\u00e7\u00e3o de tutela para que o supermercado custeasse as despesas com empregada dom\u00e9stica at\u00e9 a retomada de suas atividades di\u00e1rias, al\u00e9m do transporte escolar dos filhos. Tamb\u00e9m pediu indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e materiais, e lucros cessantes.<\/p>\n<p>Na contesta\u00e7\u00e3o, a empresa defendeu que a mulher foi socorrida imediatamente ap\u00f3s a queda e recebeu o socorro devido. Alegou descabimento de antecipa\u00e7\u00e3o de tutela, aus\u00eancia de danos materiais e lucros cessantes, e ainda inexist\u00eancia de repara\u00e7\u00e3o moral.<\/p>\n<p>Ao analisar o caso, o juiz Cid Peixoto do Amaral Netto, titular da 3\u00aa Vara C\u00edvel de Fortaleza, condenou o supermercado a pagar indeniza\u00e7\u00e3o moral no valor de R$ 10 mil. Entendeu n\u00e3o haver dano material e lucros cessantes.<\/p>\n<p>O Extra apelou (n\u00ba 0427054-79.2010.8.06.0001) para o TJCE, sustentando que houve culpa exclusiva da v\u00edtima.<\/p>\n<p>Ao julgar o recurso nessa segunda-feira (02\/03), a 3\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel manteve a decis\u00e3o de 1\u00ba Grau, acompanhando o voto do relator. Para o desembargador, o supermercado n\u00e3o demonstrou que a culpa foi exclusiva da v\u00edtima, ficando caracterizada a responsabilidade de reparar os danos sofridos pela consumidora.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fonte:\u00a0TJCE<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Supermercado \u00e9 condenado a indenizar mulher que caiu em piso molhado A 3\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Cear\u00e1 (TJCE) manteve a senten\u00e7a que condenou o supermercado Extra a pagar indeniza\u00e7\u00e3o moral de R$ 10 mil para mulher v\u00edtima de queda no estabelecimento. 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