{"id":1383,"date":"2015-11-07T10:26:26","date_gmt":"2015-11-07T10:26:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=1383"},"modified":"2015-11-07T10:26:26","modified_gmt":"2015-11-07T10:26:26","slug":"funcionaria-de-banco-consegue-indenizacao-por-ter-sido-humilhada-e-submetida-a-cobrancas-abusivas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/funcionaria-de-banco-consegue-indenizacao-por-ter-sido-humilhada-e-submetida-a-cobrancas-abusivas\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1ria de Banco Consegue Indeniza\u00e7\u00e3o Por Ter Sido Humilhada e Submetida a Cobran\u00e7as Abusivas"},"content":{"rendered":"<table width=\"476\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Funcion\u00e1ria de Banco Consegue Indeniza\u00e7\u00e3o Por Ter Sido Humilhada e Submetida a Cobran\u00e7as Abusivas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"justify\">A 6\u00aa C\u00e2mara do TRT-15 manteve a condena\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria ao pagamento de R$ 50 mil de danos morais a uma funcion\u00e1ria que sofreu ass\u00e9dio moral no trabalho, depois de ter trabalhado por quase de vinte anos para a reclamada. A condena\u00e7\u00e3o foi arbitrada em primeira inst\u00e2ncia pelo Ju\u00edzo da 1\u00aa Vara do Trabalho de Franca. O colegiado, por\u00e9m, deu parcial provimento ao recurso do banco, excluindo a condena\u00e7\u00e3o imposta em primeira inst\u00e2ncia, entre outras, ao pagamento de horas extras e indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais, referente ao custo do tratamento psicol\u00f3gico da funcion\u00e1ria assediada.<br \/>\nQuanto aos danos materiais, a relatora do ac\u00f3rd\u00e3o, desembargadora Luciane Storel da Silva, entendeu que, apesar de ter sido configurada a ocorr\u00eancia de dano moral, causado pelas humilha\u00e7\u00f5es e cobran\u00e7as abusivas por metas cometidas pelo banco, &#8220;n\u00e3o h\u00e1 como estabelecer uma correla\u00e7\u00e3o entre o malef\u00edcio apurado e o preju\u00edzo material informado&#8221;, e por isso negou a indeniza\u00e7\u00e3o pelos danos materiais alegados.<br \/>\nJ\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o aos danos morais, o ac\u00f3rd\u00e3o registrou que a prova oral colhida nos autos confirma as alega\u00e7\u00f5es de que o gerente impunha um clima tenso entre os funcion\u00e1rios da ag\u00eancia, humilhando-os, &#8220;principalmente \u00e0s mulheres, dirigindo-se a elas como \u2018mulheres de malandro'&#8221;. O ac\u00f3rd\u00e3o chamou de &#8220;lament\u00e1vel&#8221; e &#8220;intoler\u00e1vel ao ser humano m\u00e9dio&#8221; essa atitude do gerente. Tamb\u00e9m se comprovou que &#8220;havia cobran\u00e7as abusivas por metas&#8221;, e por tudo isso, tanto o Ju\u00edzo de primeiro grau quanto o colegiado se convenceram de que houve, de fato, &#8220;pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral&#8221;.<br \/>\nQuanto ao valor fixado, o ac\u00f3rd\u00e3o ressaltou que &#8220;o valor da indeniza\u00e7\u00e3o arbitrado pela origem em R$ 50 mil apresenta-se h\u00e1bil para dirimir o malef\u00edcio moral perpetrado, devendo o valor ser atualizado e acrescido de juros&#8221;. O colegiado ainda reputou como &#8220;grave&#8221; o grau de culpa da reclamada, pelo fato de ter desmerecido a reclamante que &#8220;trabalhou por quase 20 anos para o ente banc\u00e1rio, sem m\u00e1culas, vindo a encerrar a sua carreira sob press\u00e3o e humilha\u00e7\u00e3o&#8221;. (Processo 0002320-82.2013.5.15.0015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fonte:\u00a0TRT 15<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Funcion\u00e1ria de Banco Consegue Indeniza\u00e7\u00e3o Por Ter Sido Humilhada e Submetida a Cobran\u00e7as Abusivas A 6\u00aa C\u00e2mara do TRT-15 manteve a condena\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria ao pagamento de R$ 50 mil de danos morais a uma funcion\u00e1ria que sofreu ass\u00e9dio moral no trabalho, depois de ter trabalhado por quase de vinte anos para a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":856,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[947,3770,33,3783,3784,3,3772,3782,2054,3774,3786,3779,3771,495,1213,1214,2764,2663,2763,3773,2290,3778],"tags":[517,36,6482,4559,1436,1438,2726,25,1435,2723,2724,1448,1446,2728,459,460,2596,4916,4925,430,16,429,1420,1430,2725,1437,1429,332,1421,1441,1439,428,2727,1422,1440,1428,1431,1432,2695,4920,2661,4922,4919,35,4930,4927,4928,4560,365,2126,4557,4924,455,4932,4931,34,4923,4917,4929,4921,4918,4926,4556,4558,4555,2020,4562,4561],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1383"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1383"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1383\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1385,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1383\/revisions\/1385"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/856"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1383"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1383"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1383"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}