{"id":1770,"date":"2018-08-15T16:43:13","date_gmt":"2018-08-15T16:43:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=1770"},"modified":"2018-08-15T16:43:13","modified_gmt":"2018-08-15T16:43:13","slug":"desvio-de-funcao-servidor-publico-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/desvio-de-funcao-servidor-publico-2\/","title":{"rendered":"DESVIO DE FUN\u00c7\u00c3O SERVIDOR P\u00daBLICO"},"content":{"rendered":"<div>\n<h1 id=\"frmPrincipal_h1TituloDoc\">TRF4 determina pagamento de diferen\u00e7a remunerat\u00f3ria a militar que trabalhou em desvio de fun\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<\/div>\n<p>O Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF4) reconheceu, na \u00faltima semana, o pagamento da remunera\u00e7\u00e3o devida a um militar da reserva por trabalho desempenhado em situa\u00e7\u00e3o de desvio de fun\u00e7\u00e3o ocorrida durante um per\u00edodo de mais de dois anos de sua carreira.<\/p>\n<p>O militar havia ajuizado uma a\u00e7\u00e3o de cobran\u00e7a contra a Uni\u00e3o exigindo o recebimento da diferen\u00e7a de soldo por ter exercido cargo atribu\u00eddo exclusivamente ao posto acima do que ocupava.<\/p>\n<p>O autor \u00e9 um Subtenente de Comunica\u00e7\u00f5es do Ex\u00e9rcito, tendo ingressado no servi\u00e7o militar em 1987 e passado para a reserva em 2014. Ele afirmou que, durante o per\u00edodo de junho de 2010 a dezembro de 2012, num tempo total de dois anos, cinco meses e vinte dias, exerceu o comando do Pelot\u00e3o de Comunica\u00e7\u00f5es do 2\u00ba Regimento de Cavalaria Mecanizado, no munic\u00edpio de S\u00e3o Borja (RS). A fun\u00e7\u00e3o \u00e9 de atribui\u00e7\u00e3o exclusiva de 1\u00ba Tenente, e, no processo, o homem alegou n\u00e3o ter recebido o soldo correspondente.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o buscou o pagamento da diferen\u00e7a de remunera\u00e7\u00e3o entre o posto de Subtenente e o de 1\u00ba Tenente durante o per\u00edodo referido, com todos os reflexos remunerat\u00f3rios decorrentes, como adicionais, f\u00e9rias e 13\u00ba sal\u00e1rio, devidamente corrigido e acrescido de juros.<\/p>\n<p>A 2\u00aa Vara Federal de Porto Alegre julgou o pedido do militar parcialmente procedente determinando a Uni\u00e3o a pagar os valores requeridos, tendo reconhecido apenas a prescri\u00e7\u00e3o das parcelas remunerat\u00f3rias vencidas antes de julho de 2010.<\/p>\n<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) recorreu ao TRF4 requisitando a reforma da senten\u00e7a. No entanto, a 3\u00aa Turma do tribunal decidiu, por maioria, manter a decis\u00e3o da primeira inst\u00e2ncia da Justi\u00e7a Federal ga\u00facha.<\/p>\n<p>Segundo a relatora da apela\u00e7\u00e3o c\u00edvel na corte, desembargadora federal V\u00e2nia Hack de Almeida, ficou comprovado no caso o desvio de fun\u00e7\u00e3o do autor. De acordo com ela, o artigo 25 da Lei Federal n\u00ba 6.880\/80, o Estatuto dos Militares, determina claramente que o militar far\u00e1 jus aos direitos pr\u00f3prios do cargo que exercer seja em car\u00e1ter efetivo ou interino.<\/p>\n<p>Para V\u00e2nia, &#8220;restando incontroverso nos autos que a administra\u00e7\u00e3o militar determinou ao autor, Subtenente de Comunica\u00e7\u00f5es, que atuasse no Comando do Pelot\u00e3o de Comunica\u00e7\u00f5es do 2\u00ba Regimento de Cavalaria Mecanizado, atribui\u00e7\u00e3o exclusiva de 1\u00ba Tenente, faz jus ao recebimento das diferen\u00e7as entre os soldos, respeitada a prescri\u00e7\u00e3o quinquenal&#8221;.<\/p>\n<div id=\"frmPrincipal_fonteDoc\">Fonte: Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TRF4 determina pagamento de diferen\u00e7a remunerat\u00f3ria a militar que trabalhou em desvio de fun\u00e7\u00e3o O Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF4) reconheceu, na \u00faltima semana, o pagamento da remunera\u00e7\u00e3o devida a um militar da reserva por trabalho desempenhado em situa\u00e7\u00e3o de desvio de fun\u00e7\u00e3o ocorrida durante um per\u00edodo de mais de dois anos de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":434,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[947,3770,442,33,3783,3784,3772,3839,3778],"tags":[6146,6145,6148,6149,6147,518],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1770"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1770"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1770\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1771,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1770\/revisions\/1771"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1770"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1770"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1770"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}