{"id":1772,"date":"2018-08-15T16:45:23","date_gmt":"2018-08-15T16:45:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=1772"},"modified":"2018-08-15T16:45:23","modified_gmt":"2018-08-15T16:45:23","slug":"indenizacao-por-erro-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/indenizacao-por-erro-medico\/","title":{"rendered":"Indeniza\u00e7\u00e3o por erro m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"<div>\n<h1 id=\"frmPrincipal_h1TituloDoc\">Indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em fun\u00e7\u00e3o de falta de atendimento m\u00e9dico \u00e0 gestante \u00e9 majorada<\/h1>\n<\/div>\n<p>Consumidora que tem plano de sa\u00fade precisou de atendimento durante a gravidez, mas precisou pagar interna\u00e7\u00e3o e consulta.<\/p>\n<p>Membros da 2\u00aa Turma Recursal dos Juizados Especiais da Comarca de Rio Branco atenderam parcialmente o Recurso Inominado n\u00ba0602054-74.2017.8.01.0070, apresentado por uma consumidora. Assim, o valor da indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais que operadora de plano de sa\u00fade dever\u00e1 pagar \u00e0 reclamante foi aumentado para R$ 6 mil.<\/p>\n<p>J\u00e1 existia senten\u00e7a condenando a operadora de plano de sa\u00fade a pagar R$ 4 mil de danos morais sofridos pela gestante, quando ela n\u00e3o pode contar com o plano de sa\u00fade e teve que pagar interna\u00e7\u00e3o e consulta m\u00e9dica, em decorr\u00eancia de complica\u00e7\u00f5es na gravidez. Mas, tanto a consumidora quanto a empresa entraram com recurso, a primeira pedindo o aumento da indeniza\u00e7\u00e3o e a segunda improced\u00eancia da demanda.<\/p>\n<p>Foi dado provimento parcial apenas ao recurso apresentado pela consumidora e negado o interposto pela empresa. A ju\u00edza-relatora Zenice Cardozo ressaltou na decis\u00e3o, publicada na edi\u00e7\u00e3o n\u00ba6.168 do Di\u00e1rio da Justi\u00e7a Eletr\u00f4nico, que o &#8220;quantum fixado em senten\u00e7a que merece majora\u00e7\u00e3o, considerando a situa\u00e7\u00e3o emergencial e delicada vivida pela usu\u00e1ria do servi\u00e7o, bem como a capacidade das partes e fun\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica do instituto&#8221;.<\/p>\n<p>Decis\u00e3o<\/p>\n<p>Al\u00e9m da relatora do recurso, participaram do julgamento os ju\u00edzes de Direito, Gilberto Matos e Mirla Regina. Ambos seguiram, \u00e0 unanimidade, o voto da ju\u00edza Zenice Cardozo, para aumentar a indeniza\u00e7\u00e3o e negar o pedido da empresa.<\/p>\n<p>Segundo explicou a magistrada, mesmo a empresa tendo alegado que a gestante e seu filho n\u00e3o corriam risco, apresentavam complica\u00e7\u00f5es. &#8220;Em que pese n\u00e3o conste nos autos risco de vida da paciente e do nascituro, a gestante buscava o servi\u00e7o por ocasi\u00e3o de complica\u00e7\u00e3o na gesta\u00e7\u00e3o que arriscava o nascimento prematuro de seu filho, fato esse que, embora n\u00e3o implique diretamente em risco de vida, evidentemente \u00e9 amea\u00e7a \u00e0 sa\u00fade de ambos&#8221;.<\/p>\n<p>Como est\u00e1 expresso na decis\u00e3o, a &#8220;natureza do servi\u00e7o pressup\u00f5e tranquilidade do benefici\u00e1rio quanto ao servi\u00e7o de sa\u00fade&#8221; e apesar de a operadora de plano de sa\u00fade ter feito o reembolso dos gastos da consumidora, os membros da 2\u00ba Turma Recursal compreenderam que isso &#8220;n\u00e3o modifica a viv\u00eancia do dano moral&#8221;.<\/p>\n<div id=\"frmPrincipal_fonteDoc\">Fonte: Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Acre<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em fun\u00e7\u00e3o de falta de atendimento m\u00e9dico \u00e0 gestante \u00e9 majorada Consumidora que tem plano de sa\u00fade precisou de atendimento durante a gravidez, mas precisou pagar interna\u00e7\u00e3o e consulta. 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