{"id":2673,"date":"2022-05-23T10:29:59","date_gmt":"2022-05-23T10:29:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=2673"},"modified":"2022-05-23T10:29:59","modified_gmt":"2022-05-23T10:29:59","slug":"farmacia-pagara-adicional-de-insalubridade-a-atendente-que-aplicava-injetaveis-sem-epis-adequados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/farmacia-pagara-adicional-de-insalubridade-a-atendente-que-aplicava-injetaveis-sem-epis-adequados\/","title":{"rendered":"Farm\u00e1cia pagar\u00e1 adicional de insalubridade a atendente que aplicava injet\u00e1veis sem EPIs adequados"},"content":{"rendered":"<header>\n<h1>Farm\u00e1cia pagar\u00e1 adicional de insalubridade a atendente que aplicava injet\u00e1veis sem EPIs adequados<\/h1>\n<div class=\"addthis_inline_share_toolbox\"><\/div>\n<p><a class=\"image left\" href=\"https:\/\/www.lex.com.br\/noticias-farmacia-pagara-adicional-insalubridade-atendente-que-aplicava-injetaveis-sem-epis-adequado\/9102\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.lex.com.br\/images\/\" alt=\"\" \/><\/a><\/header>\n<article>Uma atendente de farm\u00e1cia receber\u00e1 adicional de insalubridade pelos cinco anos em que trabalhou numa rede de drogarias e aplicou injet\u00e1veis durante o expediente. Para a 1\u00aa Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18\u00aa Regi\u00e3o (Goi\u00e1s) a trabalhadora comprovou na Justi\u00e7a do Trabalho ter realizado suas atividades em ambiente nocivo \u00e0 sa\u00fade sem equipamento de prote\u00e7\u00e3o individual (EPI) adequado.<\/p>\n<p>A rede de farm\u00e1cias n\u00e3o concordou com o pagamento do adicional de insalubridade determinado pelo ju\u00edzo de primeiro grau e recorreu ao TRT de Goi\u00e1s. Alegou que a reclamante n\u00e3o trabalhava em local insalubre e sugeriu que, ainda que o fizesse, dispunha de EPIs suficientes para neutralizar qualquer nocividade.<\/p>\n<p>O Colegiado, por\u00e9m, considerando a conclus\u00e3o da per\u00edcia t\u00e9cnica e o entendimento aplicado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em mat\u00e9rias correlatas, reconheceu, por unanimidade, a natureza da atividade como nociva \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>Contrariando os argumentos da rede de drogarias, o laudo pericial constatou que a trabalhadora aplicava medicamentos e vacinas de tr\u00eas a cinco vezes por dia, sem os devidos equipamentos que resguardassem a seguran\u00e7a do trabalho da empregada. O perito destacou que a configura\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o insalubre em grau m\u00e9dio se d\u00e1 pelo contato com agentes biol\u00f3gicos n\u00e3o neutralizados no local de trabalho da reclamante.<\/p>\n<p>A relatora do processo, desembargadora Iara Teixeira Rios, ressaltou o entendimento do TST segundo o qual a atividade se enquadra nas hip\u00f3teses previstas na Norma Regulamentadora n\u00ba 15, anexo 14, do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego. Havendo, portanto, enquadramento legal que justifique o adicional de insalubridade pleiteado em grau m\u00e9dio, foi determinado o pagamento para o per\u00edodo trabalhado posterior ao curso de aplica\u00e7\u00e3o de injet\u00e1veis realizado pela empregada, consoante provas juntadas aos autos.<\/p>\n<p>Processo 0010494-62.2020.5.18.0141<\/p>\n<h5>Fonte: TRT18<\/h5>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Farm\u00e1cia pagar\u00e1 adicional de insalubridade a atendente que aplicava injet\u00e1veis sem EPIs adequados Uma atendente de farm\u00e1cia receber\u00e1 adicional de insalubridade pelos cinco anos em que trabalhou numa rede de drogarias e aplicou injet\u00e1veis durante o expediente. 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