{"id":395,"date":"2013-11-26T11:32:09","date_gmt":"2013-11-26T11:32:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=395"},"modified":"2013-11-26T11:32:09","modified_gmt":"2013-11-26T11:32:09","slug":"juiza-nega-indenizacao-a-familia-de-motorista-que-sofreu-acidente-ao-dirigir-em-alta-velocidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/juiza-nega-indenizacao-a-familia-de-motorista-que-sofreu-acidente-ao-dirigir-em-alta-velocidade\/","title":{"rendered":"Ju\u00edza nega indeniza\u00e7\u00e3o a fam\u00edlia de motorista que sofreu acidente ao dirigir em alta velocidade"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<h1 id=\"frmPrincipal_h1TituloDoc\">Ju\u00edza nega indeniza\u00e7\u00e3o a fam\u00edlia de motorista que sofreu acidente ao dirigir em alta velocidade<!--more--><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<p>Na 2\u00aa Vara do Trabalho de Divin\u00f3polis-MG, a ju\u00edza Rafaela Campos Alves julgou o caso, em que a fam\u00edlia de um motorista que morreu em acidente de tr\u00e2nsito durante o trabalho pediu indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais, em raz\u00e3o da perda precoce do pai e marido. Ap\u00f3s analisar as particularidades da situa\u00e7\u00e3o, a magistrada concluiu n\u00e3o ser devida a indeniza\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que ficou configurada uma das hip\u00f3teses de exclus\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o de indenizar.<\/p>\n<p>Ficou claro no processo que o motorista de caminh\u00e3o, empregado da empresa especializada no com\u00e9rcio por atacado de perfis e pe\u00e7as met\u00e1licas diversas, sofreu acidente de trabalho t\u00edpico, que levou \u00e0 sua morte. E, segundo esclareceu a ju\u00edza, &#8220;a atividade de motorista de caminh\u00e3o \u00e9, de fato, atividade de risco, que deve ser tratada de forma diferenciada, mediante a aplica\u00e7\u00e3o do artigo 927, par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo Civil&#8221;.<\/p>\n<p>Mas, o que fez a julgadora concluir pela aus\u00eancia de responsabilidade da r\u00e9 foi um documento emitido pela Pol\u00edcia Civil de Minas Gerais: a per\u00edcia feita no tac\u00f3grafo do ve\u00edculo concluiu que o falecido trafegava em velocidade incompat\u00edvel com a via. Pelos dados que constam no processo, o local do acidente tem velocidade limitada a 30 e 40 quil\u00f4metros por hora. E, nos momentos que antecederam o acidente a velocidade do ve\u00edculo chegava a 95 quil\u00f4metros por hora.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 nos autos documento que comprove que o ve\u00edculo estivesse em mau estado de conserva\u00e7\u00e3o&#8221;, acrescentou a ju\u00edza, concluindo que, na hip\u00f3tese, houve culpa exclusiva da v\u00edtima, o que rompe o nexo de causalidade e, em consequ\u00eancia, leva \u00e0 exclus\u00e3o do dever de indenizar.<\/p>\n<p>Por esses fundamentos, a ju\u00edza sentenciante julgou improcedentes os pedidos formulados pelos filhos e esposa do empregado falecido e deferiu a eles os benef\u00edcios da Justi\u00e7a Gratuita. Houver recurso, mas o TRT de Minas manteve a decis\u00e3o.<\/p>\n<p>( 0000083-87.2012.5.03.0098 AIRR )<\/p>\n<div id=\"frmPrincipal_fonteDoc\">Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3\u00aa Regi\u00e3o<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ju\u00edza nega indeniza\u00e7\u00e3o a fam\u00edlia de motorista que sofreu acidente ao dirigir em alta velocidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":148,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,1,625,6,626],"tags":[892,82,889,90,890,891,465,464,398,888,894,895,893,20,233],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/395"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=395"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/395\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":396,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/395\/revisions\/396"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=395"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=395"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=395"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}