{"id":722,"date":"2014-02-05T10:39:13","date_gmt":"2014-02-05T10:39:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=722"},"modified":"2014-02-05T10:39:13","modified_gmt":"2014-02-05T10:39:13","slug":"industria-de-plasticos-indenizara-empregada-que-se-feriu-com-estilete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/industria-de-plasticos-indenizara-empregada-que-se-feriu-com-estilete\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria de pl\u00e1sticos indenizar\u00e1 empregada que se feriu com estilete."},"content":{"rendered":"<table width=\"476\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Ind\u00fastria de pl\u00e1sticos indenizar\u00e1 empregada que se feriu com estilete<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"justify\">\n<div>A empresa ga\u00facha Cortiana Pl\u00e1sticos Ltda. foi condenada a pagar a uma empregada que sofreu ferimentos graves no bra\u00e7o com um estilete indeniza\u00e7\u00f5es por danos moral e est\u00e9tico no valor de R$ 15 mil e R$ 8 mil, respectivamente. O empregador recorreu da decis\u00e3o, mas seu recurso n\u00e3o foi conhecido pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A empregada trabalhava na fabrica\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis pl\u00e1sticos e sofreu o acidente ao cortar rebarbas dos produtos injetados em pl\u00e1stico: o estilete resvalou e cortou de forma profunda seu antebra\u00e7o esquerdo, atingindo nervos e tend\u00f5es. Apesar das tentativas cir\u00fargicas, ela ficou com limita\u00e7\u00f5es de alguns movimentos, &#8220;muita sensibilidade na regi\u00e3o da cicatriz e depress\u00e3o muscular na regi\u00e3o afetada&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o (RS) concluiu que o acidente ocorreu por neglig\u00eancia da empresa, &#8220;ao n\u00e3o providenciar a necess\u00e1ria prote\u00e7\u00e3o da empregada no manuseio de objeto cortante e potencialmente perigoso&#8221;, de forma que lhe cabe a responsabilidade civil pelo sinistro. No recurso ao TST, a empresa alegou que a empregada foi a \u00fanica respons\u00e1vel pelo acidente, por ter operado a m\u00e1quina sem observar as normas e os cuidados necess\u00e1rios.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Contrariamente, o relator na Segunda Turma, desembargador convocado Valdir Florindo, observou que, segundo os autos, a empresa n\u00e3o &#8220;observou as normas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e seguran\u00e7a no trabalho&#8221; e ofereceu treinamento \u00e0 empregada somente ap\u00f3s o acidente. Assim, qualquer reforma na decis\u00e3o regional, no sentido de que n\u00e3o houve nexo causal entre o trabalho desenvolvido pela empregada e o acidente, bem como a alega\u00e7\u00e3o da empresa de que ela recebeu treinamento adequado, demandaria o reexame dos fatos e provas do processo, o que n\u00e3o \u00e9 permitido pela S\u00famula 126 do TST, afirmou o relator.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A decis\u00e3o foi por unanimidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Processos: RR-135500-09.2009.5.04.0512<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fonte: TST<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ind\u00fastria de pl\u00e1sticos indenizar\u00e1 empregada que se feriu com estilete A empresa ga\u00facha Cortiana Pl\u00e1sticos Ltda. foi condenada a pagar a uma empregada que sofreu ferimentos graves no bra\u00e7o com um estilete indeniza\u00e7\u00f5es por danos moral e est\u00e9tico no valor de R$ 15 mil e R$ 8 mil, respectivamente. 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