{"id":755,"date":"2014-02-13T17:00:53","date_gmt":"2014-02-13T17:00:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/?p=755"},"modified":"2014-02-13T17:00:53","modified_gmt":"2014-02-13T17:00:53","slug":"aposentada-deve-receber-indenizacao-por-emprestimo-irregular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ortizcamargo.com.br\/noticias\/aposentada-deve-receber-indenizacao-por-emprestimo-irregular\/","title":{"rendered":"Aposentada deve receber indeniza\u00e7\u00e3o por empr\u00e9stimo irregular"},"content":{"rendered":"<table width=\"476\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Aposentada deve receber indeniza\u00e7\u00e3o por empr\u00e9stimo irregular<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"justify\">\n<div>O juiz da 32\u00aa Vara C\u00edvel da capital, Geraldo Carlos Campos, determinou que uma aposentada receba indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 5.476,10 do banco BMG. A a\u00e7\u00e3o diz respeito a um empr\u00e9stimo realizado no nome de E.F.C. e descontado mensalmente de seu benef\u00edcio do INSS.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com a cliente, o banco realizou um contrato de empr\u00e9stimo de R$ 5 mil e, nos meses subsequentes, passou a descontar R$ 158,70 de sua aposentadoria. A aposentada disse que a partir dessa fraude foram descontadas tr\u00eas parcelas do seu sal\u00e1rio, sendo necess\u00e1ria decis\u00e3o judicial liminar para interromper os descontos. Por fim, pediu indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais, referentes aos valores debitados de seu benef\u00edcio do INSS, e por danos morais, pois a aposentadoria era sua \u00fanica fonte de renda e subsist\u00eancia.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O banco, em sua defesa, disse que, assim que foi reconhecida a fraude, liquidou o contrato e cancelou os descontos. Sustentou tamb\u00e9m que a culpa era da pessoa que realizou o empr\u00e9stimo em nome da aposentada. Por fim buscou um acordo, no qual devolveria os descontos e pagaria R$ 3,5 mil, por\u00e9m a aposentada n\u00e3o aceitou a proposta.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em sua decis\u00e3o, o magistrado mostra que, por se tratar de uma rela\u00e7\u00e3o de consumo, a responsabilidade do banco \u00e9 objetiva, n\u00e3o necessitando haver prova de que o banco teve inten\u00e7\u00e3o ou motivo de causar o dano \u00e0 aposentada. Al\u00e9m disso, destaca que a assinatura do fals\u00e1rio em nada se compara com a original, algo que deveria ter sido identificado pelo banco no ato do contrato. &#8220;Houve evidente falha na conduta da empresa em n\u00e3o garantir ao p\u00fablico de consumidores a que se destina a seguran\u00e7a necess\u00e1ria para o exerc\u00edcio de sua atividade&#8221;, disse o juiz.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O juiz determinou os danos morais no valor de R$ 5 mil com o intuito de punir a institui\u00e7\u00e3o financeira, inibir a reincid\u00eancia do erro, sem o risco de propiciar enriquecimento indevido da v\u00edtima. Os danos materiais somaram R$ 476,10, referentes \u00e0s tr\u00eas presta\u00e7\u00f5es descontadas da aposentadoria de E.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A decis\u00e3o foi publicada no \u00faltimo dia 5 de fevereiro e, por ser de Primeira Inst\u00e2ncia, pode haver recurso.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Processo n\u00ba: 2077062-27.2010.8.13.0024<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fonte: TJMG<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aposentada deve receber indeniza\u00e7\u00e3o por empr\u00e9stimo irregular O juiz da 32\u00aa Vara C\u00edvel da capital, Geraldo Carlos Campos, determinou que uma aposentada receba indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 5.476,10 do banco BMG. A a\u00e7\u00e3o diz respeito a um empr\u00e9stimo realizado no nome de E.F.C. e descontado mensalmente de seu benef\u00edcio do INSS. 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